Conhecendo o autor e as actividades dele (...), posso eu, (devo) constranger-me a uma imparcialidade impossível por falsa? (...) fazer tábua-rasa da sua conduta, naquilo que nos opusemos (...) se as atitudes que os vi tomar forçosamente abandalharam as suas obras? (...) DIZ-ME QUEM ÉS E COMO AGES, DIR-TE-EI O QUE ESCREVES. Queriam (...) que (...) fizesse friamente a dissecação retórica e inútil da polivalência significante (...), da libertação metafórica, do gosto pelo conceptual (...), do teor poético (...). Tiro-lhes retrato à la minuta (...) Saiu fotomaton? Paciência. Foi (...) da caricatura em que se tornaram (...) de homens, de escribas (...). A isto chamo crítica de identificação.Luiz Pacheco, em Crítica de Identificação
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