Eu
sou a musa de pêlo
no
peito. Discordantes,
alimentam-se
da retórica
da
minha carne
e
bebem-me o sangue de uma verdade
construída
pela memória
arterial
– de fluxos
e
refluxos, contradições.
Vendendo
psicoses,
aproximo
a ficção da mente
até
ao limiar
do
acreditado, a mudança;
sofrendo
com todos
porque
sofro com nenhum.
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